terça-feira, 15 de julho de 2014

‘Agenda de mudanças inclui passe livre e escola em tempo integral’, afirma Eduardo em sabatina

(A) Eduardo Campos, candidato à Presidência da República pela Coligação Unidos pelo Brasil,  afirmou, durante sabatina promovida pelo jornal Folha de S.Paulo, que a agenda de mudanças de seu governo incluirá a implantação de escola em tempo integral em todo o país e a adoção do passe livre para estudantes.

“É uma hora de escolhas. Nós queremos desenvolvimento, mas desenvolvimento com sustentabilidade. Nós queremos inclusão, mas não inclusão que gera dependência, mas que liberta. Essa será dada por educação em tempo integral. Para isso, tem muito estudante pobre que precisa ter passe livre”, disse no evento realizado pela Folha em parceria com o portal UOL, o SBT e a rádio Jovem Pan.

“Aí a gente tem de fazer escolhas. Entre subsidiar os juros para grandes empresas e arrumar a passagem para o estudante da periferia chegar à escola, aí nós somos do time que vai optar pela educação integral e pelo passe livre para aqueles estudantes”, afirmou aos jornalistas Ricardo Balthazar (Folha), Josias de Souza (UOL), Kennedy Alencar (SBT) e Patrick Santos (Jovem Pan).  “Nós não somos terceira via, não, somos a via para tocar o Brasil em frente, para tocar o Brasil num ciclo de mudanças para melhor.”


Eduardo Campos disse que a população brasileira exige mudanças. “O Brasil não aguenta mais é essa disputa, onde o PT diz que o PSDB não fez nada pelo Brasil, e isso não é verdade, e o PSDB diz que o PT é um partido cheio de corrupto que não fez nada pelo Brasil. Isso é outra inverdade. A verdade é que o Brasil deseja mudar. O Brasil vai tirar Dilma, porque esse modelo esgotou-se. Mas o Brasil quer alguém que leve o Brasil para um futuro.”

Segundo o candidato, a presidente Dilma “vai ficar reconhecida por entregar o país pior do que entregou. Itamar Franco entregou melhor, Fernando Henrique Cardoso e Lula também”. Eduardo afirmou que a presidente “não teve capacidade política de entender a importância histórica dela nesse momento, que era de preservar as conquistas sociais alcançadas pelo país. E ela que se dizia a gerente, a desenvolvimentista, vai entregar o menor crescimento. Disse que iria reduzir os juros e entrega os juros altos”, afirmou. (Fonte: http://www.eduardoemarina40.com.br).

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